quinta-feira, 10 de julho de 2008

Feelings...all that I have are...feelings

Recordações são importantes...quando o que se recorda vale a pena recordar.

Hoje o dia começou com muita nostalgia. Quer dizer, começou e permaneceu, já que até agora aquela imagem cheia de bolhas de sabão não sai da minha cabeça. É uma coisa que acontece bastante comigo, principalmente em certas fases da minha vida.

Ultimamente, tenho saudades de quando eu não precisava tomar decisão (ahhh fácil, né?!?!?!?). De quando eu nem precisava escolher o que vestir, muito menos o que fazer da vida. Acho que o pior do que não saber que fazer (deja vù, alguém?) é não saber decidir.

Pra ser mais sincera ainda, eu tô nessa enrascada. É o seguinte: acho que chegou a hora de parar de brincar de Casa da Barbie e tomar uma posição na vida. E nisso eu tenho algumas opções nas quais me basear. Vamos às portas:

Porta 1. Concurso público

Eu preferia ser palhaço de circo. Maaaass, pensando do ponto de vista de uma pessoa adulta, responsável e coerente, taí uma oportunidade de sustento como nenhuma outra. O problema: tenho q passar cerca de 300 horas fazendo um curso que vai sugar toda a minha força física e emocional, e fazer eu cavar um buraco no canteiro do meu prédio pra me enfiar até o dedão do pé (olhando da ótica inversa, claro - cabeça pra baixo, pés pra cima)

Porta 2. Intercâmbio

Disparado, o que eu quero. O problema: $$$. Eu sou meio orgulhosa (é, eu reconheço), e pra isso acontecer agora, eu tenho que pedir $$$ emprestado. Maldito signo de Touro que me faz ser esse poço de teimosia!!! Pra isso dar certo, eu tenho q fazer a opção 1 (é tão medonha que nem consigo escrever de novo), e assim escolher meu novo país de moradia.

Porta 3. Violino

Quem me conhece sabe que eu sou louca por música. Que tenho um gosto tão eclético, mas tão eclético, que Vivaldi e Marilyn Mason sentariam lado a lado. Eu sou simplesmente apaixonada por música, e música clássica. Meu sonho é figurar entre aquelas dezenas de músicos em uma orquestra sinfônica. Eu sempre quis fazer aula de violino, ou de flauta, ou piano, ou qualquer instrumento. Agora é quando eu tenho tempo. Só que, não quero fazer isso como hobby. Eu queria fazer pra valer. Me enfiar de cara, estudar mesmo, trabalhar com isso.

(Nossa, acho que eu não soube explicar qual o problema direito. Mas enfim)

Qual o limiar que te permite fazer uma escolha entre prazer e necessidade? Quando você sabe que está pensando da maneira que tem que pensar pra tomar uma decisão desse porte? Uma decisão que pode não só mudar as coisas hoje, mas que podem definir um futuro?

Eu só tenho uma coisa pra dizer:

SOCOOOOOOOOOOOOOOORRO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Desculpa, mas eu tô meio assustada. Tem gente que fala "Se não der certo, você muda". Tá, mas olha só, eu sou daquelas malucas que não lidam bem com fracassos. Claro que já tive. E muitos. Só que é dificil levantar dum tombo. Você fica tentando saber de onde veio a voadora que te derrubou.

É aí que bate aquela sensaçãozinha de "Ahhhh como eu era feliz". E de todos os momentos que eu não precisava pensar nisso. Já descobri que descontar ansiedade em comida não dá certo - e pesa no meu bolso.

Alguém tem outra sugestão? =/

2 comentários:

Eloma disse...

Qnt maior o tombo, maior é o aprendizado, então vá em frente e quebre a cara...uma dia a gente aprende. =D


"Quer ser uma pessoa grande? Então tenha coragem de fracassar. Espetacularmente,
dê a volta por cima! Faça as pessoas perguntarem porque você ainda está sorrindo!"


Love you

Renata Sá disse...

Ellen

Como diz a Eloma.... "Quanto maior o tombo, maior o aprendizado" rs Bommmmm o ditado não é bem assim..... Quanto maior o tombo, maior a queda.. mas enfim.
A solução é "VENHA FAZER IOGA COMIGO"